Belo Horizonte- A Assembléia Legislativa de Minas Gerais decidiu ontem suspender os salários de 25 funcionários da Casa, considerados ''fantasmas'' e ''marajás''. A decisão foi tomada após uma reunião entre a comissão de deputados estaduais criada para analisar os salários pagos a funcionários e o presidente da Assembléia, Mauri Torres (PSDB). De acordo com o deputado Rêmolo Aloise (PL), que integra a comissão, os salários suspensos variam de R$ 2.500,00 a R$ 18 mil e os funcionários foram convocados há 40 dias, mas não compareceram à Assembléia para prestar esclarecimentos sobre a situação funcional.
O presidente da Assembléia negou-se a divulgar os nomes dos servidores que tiveram os salários suspensos. Anteontem à noite, Aloise incluiu na relação o presidente da seção mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcelo Leonardo, que ocupa o cargo de procurador na Assembléia.
Leonardo negou que estivesse em situação irregular e, ontem, o presidente da Assembléia disse que ele está à disposição da OAB-MG por uma decisão da mesa diretora da Casa.

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