Curitiba - A Associação dos Serventuários da Justiça do Paraná (Assejepar) defende os reajustes das custas judiciais. O presidente da entidade, Luiz Alberto Name, lamentou ontem a decisão do governador de vetar a proposta.
A direção da Assejepar avalia que o valor das custas hoje não cobre os gastos que elas representam. Segundo Name, o aumento serviria para equalizar o custo do trabalho realizado nos ofícios ao preço cobrado pelos serviços.
Segundo ele, a tabela de preços está congelada há cinco anos, o que tende a inviabilizar projetos para melhorar o atendimento aos clientes. Name lembrou que as despesas com material de expediente subiram 300% nesse período, e os salários dos funcionários foram corrigidos anualmente.
Nos cálculos da entidade, desarquivar um processo custa muito mais que os R$ 0,30 cobrados atualmente. O presidente da Assejepar disse ainda que todos as despesas decorrentes do funcionamento dos cartórios no Estado (desde salários de empregados à compra de equipamentos, são de responsabilidade do titular, desonerando os cofres públicos de qualquer despesa. (M.D.)

mockup