As medidas anunciadas
1. O governo vai implantar um cartão inteligente para o controle dos cerca de 15 mil carros que integram hoje a sua frota. A implantação deverá ocorrer até julho. Para funcionar, os postos de gasolina terão de se adaptar. O cartão controlará combustível, manutenção e quilometragem;
2. Fechamento dos oitos postos de gasolina de propriedade do Estado. Maria Elisa Paciornik informa que a frota será abastecida na iniciativa privada e que não há razões para manutenção dos postos;
3. Centros de Orientação ao Cidadão farão a revisão do aluguel de 484 imóveis locados pelo governo. Do total, 409 estão concentrados no interior. A secretária anuncia que é possível redução de até 30%;
4. Treze centrais telefônicas serão unificadas numa só, no edifício Castelo Branco, em Curitiba. A idéia é criar uma rede de ramais interligando o interior, a capital, os três poderes e a Prefeitura de Curitiba;
5. Essa segunda etapa do ajuste engloba uma negociação com a Copel. O governo quer implantar um sistema inteligente em todos os órgãos públicos, onde a luz acende quando tem gente e apaga quando não;
6. Será feita nova licitação para a compra de máquinas de xerox;
7. A compra de materiais será centralizada em apenas uma licitação, geral e com prazo de duração de um ano. Nos mesmos moldes do Sistema de Registro de Preços, colocado em vigor pelo governo federal. O Deam vai centralizar tudo;
8. Informatização de todo o sistema de controle. Inclusive os vencimentos dos servidores que passariam a ser controlados passo a passo, com possibilidade de bloqueio;
9. Smart card também para os funcionários públicos, o que eliminará paulatinamente com o contracheque.





