A Associação Paranaense de Empresários de Obras Públicas (Apeop) defende alternativas para evitar novos casos de desperdício. O presidente da entidade, Gilberto Piva, sugeriu que no fechamento do contrato com o governo, a empresa vencedora do edital de licitação comprove que dispõe de recursos próprios para concluir o projeto.
No caso da empresa ofertar um preço menor do que o estipulado no edital, Piva propôs a criação de uma tabela de preços ''que levasse em consideração as necessidades básicas para a conclusão do projeto''. Segundo ele, a livre concorrência não seria afetada. ''O que pretendemos é inibir ações escusas e ajudar as empresas a ter noções de custo para seus investimentos.''
Os filiados da Associação Paranaense de Empresários de Obras Públicas já seguem uma tabela que observa o custo mínimo necessário para a execução de uma obra. Um dos critérios para a elaboração da tabela foi o índice de acidentes de trabalho no setor da construção civil. O presidente da entidade disse que o seguro contra acidentes é necessário. ''Não podemos colocar em risco a vida de pessoas por falta de verba direcionada para equipamentos de segurança.'' (D.V.)

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