Loanda - ''Em síntese, o prefeito é tudo isso que falam'', concorda o vereador Edilson Mella (PMDB), com uma ressalva: ''É claro que ele herdou um município pronto para que isso acontecesse''. O atual prefeito ''teve a capacidade para atingir os objetivos'', reconhece Edilson, que foi presidente da Associação Comercial. ''Não foi por acaso, houve números e motivos reais, talvez surpresa para outros municípios, não para nós loandenses.''
Também para o antecessor, médico Flávio Accorsi, que se manteve neutro na eleição, o primeiro lugar é fruto da continuidade ao que fez a sua administração. ''Não estou com ciúmes, mas uma mudança assim não se faz em apenas dois anos'', argumentou, demonstrando que, relativamente aos indicadores analisados pela CNM, o seu mandato já havia dado as melhores contribuições, entre as quais os professores de nível superior, por convênio com a Universidade Estadual de Maringá em 2003-2004; e investimentos na rede de saúde e no saneamento básico, fundamentais para baixa o índice de moralidade infantil.
Ao transmitir o cargo, Flávio informou que deixava contratado o financiamento para a recuperação de ruas e avenidas, nenhuma obra inacabada e ''como suave melodia, que outros prefeitos gostariam de ouvir'', saldo em conta-corrente superior a R$ 511 mil. E R$ 1,5 milhão vinculado a obras programadas, que deveriam ser iniciadas. Cumprira o principal lema da LRF - não deixar restos apagar. (W.S.)

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