Analista diz que reflexos serão sutis
Para o cientista político e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de Curitiba, Antonio Celso Mendes, as consequências das denúncias de corrupção no governo federal irão refletir nas urnas no dia 1º de outubro, mas de forma muito sutil.
Na avaliação de Mendes, a grande massa do eleitorado não tomou conhecimento dos fatos. ''A grande maioria dos eleitores são os pobres, que estão com Lula. A classe média sofre influência dos meios de comunicação, então, o resultado das CPIs, de forma ou outra, altera a eleição mas, considerando que a grande massa não acompanha o noticiário, temos sentido que efeito de corrupção não deu os reultados eleitorais que muitos opositores de Lula esperavam. Eles achavam que ele ia sofrer um reflexo negativo no seu conceito de governo, no próprio partido e isso não ocorreu. O povo está ausente do noticiário'', analisou. (C.O.)





