Brasília A situação do Itamaraty levou Amorim a clamar, na semana passada, pela ajuda de outros ministérios para que, juntos, possam repartir os pagamentos às contribuições aos organismos internacionais em especial, os desembolsos com a ONU. O custo da inadimplência, argumentou, seria alto porque pode levar o País a perder seu poder de voto em debates de algumas instituições. Mesmo que a solidariedade dentro do governo venha a prevalecer, o Itamaraty ainda se verá diante de impasses internos para cumprir o Orçamento. Alterações mais pesadas, como o envio dos novos embaixadores ao exterior, a criação da Subsecretaria-Geral de América do Sul e a fusão das Subsecretarias-Gerais de Assuntos Políticos e de Assuntos Multiterais produzem uma ciranda de diplomatas e mais gastos. (A.E)

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