Alvaro, Padre Roque e Requião montam propostas
O senador Alvaro Dias, nome do PDT na corrida pela sucessão estadual, está trazendo sete marqueteiros de São Paulo para compor a equipe que trabalha sua imagem. O staff completo terá cerca de 60 pessoas, incluindo publicitários, jornalistas, produtores, cinegrafistas, fotógrafos e outros assessores.
Ele diz que a estratégia, por enquanto, é ouvir muito e que os compromissos definitivos do governo só estrão arrematados a partir de agosto. Alvaro, que conduz com mão-de-ferro sua candidatura, tem acumulado várias funções. Ele é responsável principal pelo desenvolvimento dos planos, além de ser um dos principais articuladores na construção de uma aliança para dar suporte a seu nome.
O PT planeja concentrar o discurso na moralização do Estado. A equipe do deputado federal Padre Roque Zimmermann, nome do PT ao governo, está sob a coordenação de seu assessor de imprensa, Luiz Carlos Dzulinski, segundo o próprio pré-candidato. O grupo contará com o trabalho de 58 pessoas, entre publicitários, jornalistas e assessores de diversas áreas.
O PT está montando as propostas, pinçadas de viagens às regiões do Estado. É tanta coisa que o povo quer. O povo está carente, diz o deputado. Padre Roque sabe como será atacado pelos adversários. Vão dizer que não tenho experiência de Executivo. Ele se elegeu deputado federal pela primeira vez em 1994. Foi reeleito em 1998, sem ter sido vereador ou deputado estadual. Nunca ocupou cargo no Executivo.
O pré-candidato do PMDB, senador Roberto Requião, conta com o apoio de assessores na área de Comunicação publicitários e jornalistas que preferem não aparecer. Segundo sua assessoria de imprensa, o partido prefere não revelar o nome da agência envolvida. Abominamos a palavra marqueteiro, disse o assessor do senador. A equipe que acompanha Requião e coordena as produções é a mesma há anos.
As inserções produzidas pelo PMDB, este mês, já deram o tom do discurso adotado pelo partido. Requião fala do combate à pobreza, em defesa do trabalhador e da empresa paranaense. Esse modelo neo-liberal, a globalização, fracassaram. Não sou contra a empresa estrangeira, mas benefícios têm que ser distribuídos entre as indústrias locais.





