Aliança com PMDB esquenta debate
Curitiba - O deputado Hermas Brandão (PMDB) está confiante na vitória nas convenções e lembrou que, se fosse o caso, o diretório nacional só poderia interferir cinco dias antes da convenção. ''Agora não dá mais tempo'', argumentou. Como o PSDB afirma que sua prioridade é eleger Alckmin, os deputados peemedebistas estão há semanas manifestando que vão apoiá-lo. A moção de apoio assinada ontem pela bancada do PMDB diz que ''partido com maior bancada na Assembléia Legislativa e de prefeitos de todo Paraná, expressão da confiança da população paranaense na capacidade política e administrativa dos quadros do partido, o PMDB, por intermédio dos seus deputados estaduais, entende que essa é uma opção para o Brasil que faz da inclusão social sua principal bandeira, à semelhança do que já ocorre em nosso Estado, com o governo Roberto Requião (PMDB)''.
Nas eleições de 2002 Requião apoiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência. O governador até agora não afirmou que vai apoiar Alckmin. Requião limitou-se a dizer que precisa analisar o projeto de governo do candidato tucano primeiro. Já o vice-governador afirmou, no último sábado durante a convenção estadual peemedebista, que o apoio a Alckmin não vai acontecer por orientação da executiva nacional do PMDB. (A.B.)





