A violência no assassinato do prefeito Manoel Custódio Ramos (PMDB) chocou os pouco mais de 5 mil moradores da tranquila Fênix, no Noroeste do Estado. Apesar de a Polícia Civil divulgar que se tratou de execução sumária quatro tiros de cima para baixo, no rosto e no peito da vítima , aliados políticos de Ramos negaram que o colega tivesse qualquer desavença na cidade.
O presidente da Câmara de Vereadores de Fênix, o também peemedebista José Mesquita dos Santos, por exemplo, se disse ''surpreso e chocado'' com o crime, até pelo temperamento de Ramos. ''Era um sujeito dedicado, que conhecia e cumprimentava todo mundo e que teve um primeiro ano de administração até tranquilo. Perdemos um grande líder'', definiu.
Ao contrário da hipótese levantada pela polícia, Santos não acredita em crime político. ''Talvez eu possa estar enganado, pois há gente de toda natureza nesse mundo, mas acho difícil'', resumiu. (J.G.)

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