Curitiba - Os deputados estaduais aprovaram ontem o projeto de lei número 450, de autoria da Comissão Executiva da Assembleia Legislativa (AL), que dispõe sobre o remanejamento, cessão e disponibilidade funcional de servidores efetivos da Casa. A proposta tenta resolver um imbróglio que se arrasta há mais de três meses: o destino de cerca de 170 servidores efetivos que estão ''sem função'' na Casa, depois da reforma administrativa capitaneada por Rossoni.
O projeto de lei foi apresentado na segunda-feira e, ontem mesmo, já foi para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, na sequência, para a votação no plenário. Na CCJ, a proposta teve um ponto alterado: antes, o projeto de lei determinava que os 54 gabinetes parlamentares e as 24 comissões permanentes da Casa poderiam receber um servidor efetivo. Agora, também passam a ter direito a um servidor efetivo as cinco lideranças partidárias da AL.
Rossoni acredita que cerca de 60 servidores serão remanejados dentro da própria estrutura da Casa e cerca de 20 devem ser cedidos a órgãos do governo do Estado. Os demais devem ficar sem trabalho, mas com redução salarial. Logo que a lei for publicada, começa a correr um prazo de 30 dias para a publicação geral da lista de servidores efetivos com suas respectivas lotações.

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