A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou ontem em reunião sem registro de qualquer incidente, a votação do pedido do governador Antonio Britto (PMDB) para se afastar do cargo durante a campanha pela reeleição. Foram 47 votos ‘‘sim’’ e quatro abstenções.
A oposição ao governador gaúcho apresentou duas emendas ao projeto. Uma delas, do deputado Pompeo de Mattos (PDT), estabelecia que Antonio Britto só poderia retornar ao cargo após a definição das eleições.
A outra, apresentada pelos petistas Marcos Rolim e Flávio Koutzii, propunha que constasse do texto do decreto legislativo que, enquanto durasse a licença, o governador estaria impedido de usar qualquer bem público ou servidores não-licenciados na sua campanha.
As duas emendas foram derrotadas. Hoje, Antonio Britto, que declarou preferir fazer sua campanha pela reeleição livre dos compromissos de governador - assim como Mário Covas em São Paulo - deverá transmitir o cargo ao vice Vicente Bogo.

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