As propostas para alavancar o agronegócio em Londrina, por meio da valorização da matéria-prima transformada no processo de industrialização, são tema hoje da série LONDRINA PERGUNTA, que a FOLHA traz ao leitor com os nove candidatos ao Executivo municipal. Ao longo do primeiro turno, a iniciativa apresentou as perguntas de representantes de diferentes setores da sociedade civil organizada formuladas, a convite do jornal, a cada um dos prefeituráveis. Dessa vez, participa a Sociedade Rural do Paraná (SRP), representada na série por seu vice-presidente, o empresário e agropecuarista Fernando Prochet.
Entidade das mais antigas de Londrina, a Rural foi criada em junho de 1946, pouco mais de uma década depois da emancipação política da cidade. Atualmente, reúne cerca de 1.200 sócios, entre pessoas físicas e jurídicas, que se dedicam a atividades como pecuária de corte e leiteira, além da agricultura, avicultura, suinocultura e a empresas voltadas ao setor agropecuário. Do quadro de sócios, pelo menos 80% são de Londrina.
A pergunta enviada por Prochet encerra a sequência de perguntas das lideranças da sociedade civil organizada, aberta pelo advogado Luís Hasegawa, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); e seguida pelo empresário Marcelo Cassa, da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil); pelo delegado Sérgio Gomes Nunes, da Receita Federal em Londrina; pela socióloga Francisca Vergínio Soares, da oscip Observatório Social Londrinense de Estudos da Violência, Conflito e Segurança Pública (Obsocil); pelo engenheiro Márcio Vilela, do Conselho Municipal de Planejamento Urbano (CMPU), e pela empresária do comércio Nájila Nabhan, representante do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina (Sincoval)
A seguir, confira o que os candidatos defendem para o agronegócio londrinense.

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