Agentes fazendários defendem a carreira
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quinta-feira, 31 de julho de 2003
Maria Duarte<br>Equipe da Folha 
Curitiba - O presidente da Associação dos Servidores da Secretaria da Fazenda e da Coordenação da Receita Estadual (Assefacre), Renato Luis Koladicz, disse que os cofres públicos têm condições de arcar com o impacto da folha de pagamento gerado pela criação da carreira de agente fazendário. A criação dessa carreira está sendo questionada através de ação direta de inconstitucionalidade protocolada pelo governo do Estado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados do Estado alegam que a implantação da carreira, que ainda não saiu do papel, pesaria no caixa.
Koladicz afirmou que o impacto mensal na folha será de R$ 600 mil, e que haveria reserva de caixa. ''Fomos surpreendidos por essa ação'', lamentou, dizendo que várias estados já têm a carreira de agente fazendário e o Paraná ainda não. Ele lembra que foi uma mensagem do ex-governador Jaime Lerner (PFL) que deu origem à Lei 13.803/02, através da qual foi instituída a carreira. A Lei 13.757/02 também aborda a carreira de agentes fazendários. O presidente da entidade frisou que as melhorias na carreira estimulam os funcionários e servem até como forma de evitar a corrupção.


