Advogados pediram nulidade da ação
Em razão de pedidos de nulidade feitos por advogados de réus na ação do Gálatas, a juíza da 3 Vara Criminal, Oneide Negrão de Freitas, desmembrou o processo penal. Vão responder às acusações separadamente o presidente do Instituto Atlântico, Bruno Valverde, o mecânico Alexandro Ascenção, o servidor público, Gustavo Politi, e comerciante Marcos Aurélio de Araújo. A audiência para esses quatro réus foi marcada para o dia 27 de julho.
Esses réus são acusados de fornecer notas fiscais fraudadas ao Gálatas, assim como Antonio Carlos Martins, seu irmão Flávio Martins e seu sobrinho, Alessandro Magno Martins, advogado que era funcionário do Tribunal de Contas do Estado até ser preso. Os empresários Claudecir Lambert e Juan Monastério também teriam adulterado e fornecido notas frias ao Instituto.
Os outros réus são o presidente do Gálatas, Sílvio Luz Rodrigues Alves, e sua esposa, Gláucia Chiararia, e os ex-conselheiros municipais de saúde Joel Tadeu Correa e Marcos Ratto, que interferido para que o Conselho aprovasse os institutos. Outro réu, Gilberto Alves de Lima, aceitou simular ser funcionário do Gálatas para justificar o recebimento de propina por seu companheiro, Marcos Ratto. (L.C.)





