Advogados de construtora pedem libertação de presos
Curitiba - A defesa dos executivos da construtora OAS presos na operação Lava Jato protocolou pedido de libertação dos detidos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ontem. No sábado, instância inferior da Justiça, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, negou a soltura. Foram apresentados dois habeas corpus, um para aqueles sob prisão preventiva, que não têm prazo de duração, e outro para os detidos em prisão temporária, que termina amanhã.
Estão em prisão preventiva os executivos da OAS José Ricardo Nogueira Breghirolli e Agenor Franklin Magalhães Medeiros. Sob detenção temporária estão Mateus Coutinho de Sá Oliveira, Alexandre Portela Barbosa e José Aldemário Pinheiro Filho.
Todos os 23 presos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) do Paraná para realização de exame de corpo de delito na manhã de ontem. O objetivo do exame é registrar as condições físicas dos presos no momento da entrada no cárcere. Já os depoimentos tiveram início na manhã de sábado, com Ildefonso Colares Filho, ex-diretor-presidente da construtora Queiroz Galvão, e devem continuar até amanhã.
Os 23 presos até agora estão em um espaço onde ficam as duas celas na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Alguns tiveram que dormir em colchões no chão e comeram a comida fornecida pela polícia. (Das Agências)





