O advogado Antonio Carlos Vianna negou ontem ao Ministério Público (MP) de Londrina ter recebido R$ 1,5 mil do Programa do Voluntariado do Paraná (Provopar), como disse em depoimento a ex-gerente do programa Maria Cristina Campos. Ela entregou um recibo ao MP revelando o pagamento para que Vianna defendesse Humberto Barros Júnior (marido da ex-coordenadora do Provopar Cristina Barros) em um processo criminal. O Provopar é alvo de investigação do MP por causa da suspeita de desvio de recursos.

Embora reconheça a assintura no documento, Vianna afirma que o recibo é um ''clone''. ''Trata-se de uma fotocópia montada fraudulentamente pela própria Maria Cristina.'' Segundo ele, os honorários, as custas processuais e uma indenização de R$ 6 mil foram pagos por Humberto.

O advogado comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou recurso a um processo em que responde por extorsão mediante sequestro. Segundo ele, em 30 de outubro o Conselho Federal da OAB pediu a nulidade do processo ao Superior Tribunal de Justiça (STF). Vianna disse que o STF julgou apenas se o recurso anterior teria efeito no processo e que não existe mandado de prisão contra ele.

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