Três servidores da Secretaria de Gestão Pública afirmaram em depoimento à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público que Marco Antonio Cito, quando era secretário de Gestão Pública, teria calculado o valor do aditivo que onerou em mais de R$ 1 milhão o contrato entre a Prefeitura de Londrina e a empresa Proguarda Administração e Serviços Ltda. para limpeza dos prédios públicos. Cito também teria determinado que tal valor fosse pago.

O aditivo, que é investigado pelo Ministério Público (MP), tem data de março deste ano e concedeu aumento retroativo ao contrato, firmado em abril do ano passado, no valor anual de R$ 8,7 milhões. O pedido de reequilíbrio foi feito em julho, três meses após o início do contrato. Já foram pagos à Proguarda R$ 686 mil, mas a Secretaria de Gestão Pública estuda pedir a devolução do dinheiro. Saiba mais na matéria de Loriane Comeli.

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