Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), afirmou ontem que a reforma trabalhista e sindical, prevista pelo governo para chegar ao Congresso até o final do ano, foi adiada para 2005 em virtude de uma nova ''análise política'' feita pelos governistas acerca dos trabalhos no Congresso. ''Vamos adiar para 2005 a reforma trabalhista e sindical porque a demanda é muito grande, são muitos temas, é muita reforma junto'', afirmou João Paulo. O presidente da Comissão Especial da Câmara criada no início do ano para tratar da reforma trabalhista, Vicentinho (PT-SP), disse que não estava ciente do adiamento e que esperava ainda para este mês a proposta do governo de alteração da legislação sindical.

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