A prefeita de Wenceslau Brás, Carolina Batistão de Souza (PMDB) negou, por meio de sua assessoria, que haja irregularidades na administração municipal. Os assessores disseram que ela questiona o fato de não ter sido ouvida no período da denúncia. Porém, ela fez uma defesa preliminar e encaminhou, junto com cópias das declarações de imposto de renda e extratos bancários, ao Ministério Público.
O assessor Marcelo João de Souza Pinto, citado na denúncia crime, nega as acusações e avalia que não há provas que justifiquem as medidas. Souza Pinto avalia que houve um equívoco durante a investigação do MP e sustenta que não ocorreu nenhum tipo de irregularidade. Sobre as notas com a identificação da prefeitura de Wenceslau Brás ele afirma que elas podem ter sido feitas, mas assegura que não foram utilizadas.
Ele também avalia que o movimento pela ética, assim como, a solicitação de providências à Câmara tem conotação política e que o objetivo dos envolvidos é obter promoção e desgastar a imagem da administração. Carolina está em seu segundo mandato. Ela foi reeleita ao cargo na última eleição.
O secretário de administração Althair Ferreira dos Santos também afirma que não há irregularidades. Ele contesta a ausência de seu depoimento no processo de investigação e comenta que não sabe sequer o teor das acusações. ''Não posso nem me defender'', lamenta. Santos também afirma que a mobilização tem um aspecto político e que não há provas que o envolvam com o sistema de compra de notas. (B.T.)

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