Acusações contra ACM
Antonio Carlos Magalhães teria recebido US$ 281,64 mil da Construtora Odebrecht para aplicar na campanha eleitoral de 1990. O dinheiro foi repassado pela Tevê Bahia, de propriedade da família do senador, para a conta de três ‘‘fantasmas’’ na agência do Citibank em Salvador. O delegado que investigou a denúncia, Roberto das Chagas Monteiro, de acordo com o inquérito policial, teria sido afastado do cargo a pedido de ACM, então governador da Bahia.
O caso dos US$ 10 MIlhões - em Janeiro de 1974, o então governador da Bahia, ACM, contraiu um empréstimo de US$10 milhões que seriam aplicados na recuperação e melhoramentos na estrada Ihéus-Vitória da conquista. O dinheiro foi liberado, a obra não foi feita e o sucessor de Antonio Carlos Magalhães no governo, Roberto Santos, não teria encontrado o dinheiro.
Caso NEC - A transferência da NEC, fábrica de equipamentos de telecomunicações para o empresário Roberto Marinho ficou marcada pela suspeita de troca de favores entre as organizações Globo e o senador Antonio Carlos Magalhães, então ministro das Telecomunicações.
ConstruÇÃo do Centro Administrativo da Bahia - Teria havido omissões no processo de licitação, ficando de fora a compra de ferro e a de um guindaste. De acordo com denúncias publicadas à época, ACM teria alterado falhas do contrato inicial em prejuízo do Estado.
Concessões - No Ministério das Telecomunicações, ACM teria beneficiado a Tevê Bahia, de propriedade de sua família, com novas concessões.

mockup