ACM pede fim do conflito entre Estados e União
O presidente do Congresso, senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), disse, em seu discurso da abertura da 51ª Sessão Legislativa, que é preciso resolver o conflito entre os Estados e a União. Não é possível que há quase dois meses não se fale em outra coisa no País que não nas divergências da União com os Estados, reclamou. O presidente no Senado disse, ainda, que os contratos existentes entre a União e os Estados devem ser e serão cumpridos. Ele opinou, no entanto, que os Estados podem ser auxiliados por órgãos como o BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica e até mesmo por ministérios.
Magalhães, no entanto, disse que a intransigência não pode encobrir incompetência. Para o senador, governar é pactuar, mas pactuar não é ceder. Segundo ele, é possível, com o entendimento, chegar ao pacto que a Nação necessita, sem que qualquer das partes ceda. Os caminhos são amplos para que se encontre, na democracia e no diálogo, a solução para diversos problemas nacionais, acrescentou.
ACM também disse ser necessário criar imediatamente uma agenda positiva para o País, e que isto passa pela continuação das reformas e pela extinção de órgãos inúteis que beneficiam a poucos e que, quando forem extintos, irão beneficiar a muitos com os recursos gerados.





