Agência Estado
De Brasília
O presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), disse ontem que não está propondo o calote no pagamento dos precatórios judiciais, e sim a mudança da legislação em vigor, que hoje permite combinações que elevam as ações a valores exorbitantes. ‘‘O calote é de alguns ladrões que querem receber dinheiro sem merecer’’, rebateu, referindo-se aos advogados que o acusam de incentivar a desobediência civil.
ACM pediu um estudo à consultoria do Senado sobre as mudanças que podem ser feitas para evitar aberrações que levam ao superfaturamento do valor do bem cobrado judicialmente. O senador espera trabalhar em conjunto com o Palácio do Planalto que está analisando várias propostas com a mesma finalidade. A idéia é colocar o assunto na pauta do Congresso o mais rápido possível e evitar o pagamento de valores exorbitantes.

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