O presidente do Congresso, senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), confidenciou a ministros e senadores nas últimas 48 horas, que surgirá uma nova alternativa no PMDB para o suceder, caso se confirme até fevereiro o desinteresse do senador José Sarney (PMDB-AP) em disputar o cargo contra o presidente nacional peemedebista e líder do partido no Senado, Jáder Barbalho (PA).
Fogaça disse que não é mais nenhuma surpresa a menção do seu nome. ‘‘Não é a primeira vez que ele faz isso’’, observou, negando qualquer ambição em aparecer no episódio. ‘‘A situação de Jáder no PMDB é absolutamente estável’’, afirmou. Barbalho, por sua vez, mantém-se em silêncio, seguindo a orientação da bancada de evitar realimentar a polêmica.
Com o lançamento de Sarney e agora com a indicação de uma nova opção no PMDB, ACM pôs-se no centro de todas as articulações para a definição do poder no País. Embora seja o principal líder do PFL, observa um senador, ACM veta o nome de Barbalho, o principal dirigente do PMDB, lança o governador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB) a presidente da República, embora este seja tucano e existam pré-candidatos no PFL, e viabiliza na Câmara a candidatura do deputado Aécio Neves, líder do PSDB.

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