Curitiba - O diretor regional da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) no Paraná, João Chiminazzo Neto, afirma que ainda é cedo para fazer uma análise sobre a suspensão das licitações, já que o governo federal não informou os detalhes da mudança, mas ressaltou que não acredita no ''pedágio público''. ''Não podemos nos precipitar, mas o fato é que o Brasil já teve experiências com pedágios públicos e não deram certo. Um exemplo é a rodovia que liga São Paulo ao Rio de Janeiro'', afirma ele.
''Não existe recurso suficiente. Porque as rodovias não podem sofrer uma operação 'tapa-buraco', uma maquiagem asfáltica. São feitas intervenções profundas e caras. Em outros países ficou comprovado que o resultado é mais eficaz quando as rodovias são transferidas para a iniciativa privada. As 36 concessionárias brasileiras, durante uns dez anos de atuação, evitaram um 'apagão' logístico. O prejuízo para a economia é muito maior quando as estradas estão esburacadas'', defendeu ele. (C.S.)

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