SÃO PAULO - Da emoção da presidente Dilma Rousseff ao visitar à terra de seu pai a acusações sobre venda de emendas, a semana no meio político foi recheada de fatos importantes e, até mesmo, curiosos.
Dilma afirmou que não chegou a chorar, mas que não conseguiria falar nada se fosse preciso - Roberto Stuckert Filho/Divulgação
Roberto Stuckert Filho/Divulgação
Dilma afirmou que não chegou a chorar, mas que não conseguiria falar nada se fosse preciso

Dilma não chegou a chorar, mas finalmente se emocionou diante da multidão que a aguardava na cidade de origem de seu pai, Gábrovo, na Bulgária. "Engasguei. Não conseguia formular as frases e não conseguia falar".

No país, Dilma prometeu hoje fortalecer os laços econômicos do Brasil com a Bulgária. "Estou aqui com esperança e expectativa de transformar esse amor e respeito que meu pai me mostrou em atos concretos para aproximar esses dois países", acrescentou.

Já na Turquia, a presidente disse que o Brasil e a Turquia devem se articular no G20 - grupo das 20 maiores economias do mundo - para lutar contra a "imobilidade política" dos líderes dos países ricos.

Venda de emendas. Da Europa para o Brasil, a polêmica ficou por conta das acusações de venda de emendas na Assembleia Legislativa de São Paulo. O pivô das acusações foi o deputado estadual Roque Barbiere (PTB).

No Conselho de Ética, Barbiere não revelou nomes de deputados que estariam exercendo a prática. "O repórter perguntou-me como as emendas eram vendidas. Respondi-lhe: "Não sei, pois nunca as vendi". Ele insistiu e eu disse para que ele imaginasse que, aquele que a for vender, não coloca anúncio em lugar nenhum, e que quem vendia emenda talvez fizesse como camelô, sei lá, maquiasse o produto e outras bobagens do tipo (sic)".

Troca de partido. Os brasileiros só vão às urnas no próximo ano, mas o assunto também teve relevância nessa semana. Essa sexta-feira foi o último dia para filiações para disputa eleições em 2012, segundo prazo determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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