Em relação ao governo federal, Aécio Neves seria eleito em Londrina com 39,5%; Dilma ficaria com 10%; Eduardo Campos (PSB), 9%; Eduardo Jorge (PV), 0,8%; Eymael (PSDC), 0,7%; brancos, nulos ou nenhum candidato, 15%; e 25% não souberam responder. A aprovação ao governo Dilma caiu de 32% para 15,5%; a rejeição subiu de 30,5% para 51,5%.
Os entrevistados também foram perguntados sobre a relevância do escândalo envolvendo o deputado André Vargas (PT): para 41,5%, o fato não exerce qualquer influência no voto e para 43,5% têm muita influência. Cinco por cento acham que o escândalo representa um pouco de influência.
Os entrevistados também respondem a pergunta: "Na eleição presidencial deste ano, quem deveria ser o candidato do PT a presidente Dilma ou o ex-presidente Lula?" Do total, 61% responderam "nenhum dos dois", 22% optaram por Lula, 10%, por Dilma, e 7% não souberam responder.
Chama a atenção o fato de que 44,5% dos entrevistados têm pouco (17,5%) ou nenhum (27%) interesse nas eleições gerais de outubro, quando serão eleitos presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Outros 28,5% disseram ter muito interesse no pleito e 22,5%, interesse médio. A maioria dos ouvidos pela pesquisa – 50,5% – também declarou que não votaria se o voto não fosse obrigatório, contra 46% que disseram que votariam; 3,5% não souberam responder. (L.C.)

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