JANEIRO/FEVEREIRO
- Estado declara ‘‘moratória’’, de até 90 dias, o que resulta em suspensão de alguns pagamentos a fornecedores.
- Uma determinação administrativa de Beto Richa, na qual pedia o retorno de todos os servidores emprestados às suas lotações de origem, gera polêmica no Gaeco, grupo especial do Ministério Público que conta com policiais militares na equipe para combater o crime organizado. Depois da polêmica, o Estado abriu uma exceção aos servidores ligados à Segurança Pública.
- O Processo de Seleção Simplificado (PSS) para contratação de professores temporários gera conflitos entre a categoria e o Estado. Foram mais de 8 mil recursos contra o resultado do PSS, mas a Secretaria de Educação só acata 14. O conflito vai para o Judiciário e atrapalha o início das aulas.

FEVEREIRO/MARÇO
- Após 6 anos sem mudança, Beto Richa autoriza o aumento de 16% na tarifa da água.
- Governo do Estado manda retirar da Assembleia Legislativa o projeto de lei que cria a Defensoria Pública no Estado, alegando que eram necessárias mudanças. A decisão repercutiu mal entre os que cobram uma Defensoria Pública, mas a Secretaria de Justiça se compromete a devolver um novo projeto de lei até o fim do semestre.
- Beto Richa lança em Londrina o primeiro programa da sua gestão, o Paraná Competitivo, que pretende atrair empresas ao Estado.

MARÇO/ABRIL
- Por causa de um parecer elaborado pelo procurador-geral do Estado, Ivan Bonilha, Beto Richa determina o corte das aposentadorias pagas a ex-governadores do Estado que exerceram mandato depois da Constituição de 88. Orlando Pessuti, Roberto Requião, Jaime Lerner e Mário Pereira recorrem da decisão.
- A Secretaria de Trabalho define um índice de reajuste do salário mínimo regional de 6,9%, o que deixa a CUT (Central Única dos Trabalhadores) insatisfeita. A CUT pleiteava 14,34%.
- Integrantes da bancada da oposição na Assembleia Legislativa questionam a dispensa de licitação para a locação de duas aeronaves para uso exclusivo de Beto Richa. O serviço custou mais de R$ 2 milhões, por 90 dias. O líder da base aliada, Ademar Traiano, alega que o governador do Estado estava sem aeronaves adequadas para se deslocar com segurança e que havia urgência devido ao número de viagens que realiza, daí a dispensa da licitação.
Fonte: Redação

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