Essa pandemia tem nos trazido situações de extrema dificuldades para serem decididas. Após, a indecisão sobre o fechamento ou não do comércio, temos agora a indecisão sobre a volta ou não às aulas. A questão está aí para ser resolvida! Confesso que não tenho opinião formada sobre o assunto. Entretanto, a volta às aulas terá pontos positivos: a volta à vida normal, o reencontro com os colegas, saída da reclusão domiciliar e outros. Mas poderá trazer resultado negativo: o risco do contágio da Covid-19 e suas consequências, que poderá colocar em risco até a vida de alunos, que pela incapacidade civil, tiverem a decisão da volta às aulas pelos pais ou tutores.

Adoniro Prieto Mathias (contabilista) Londrina

Serviços essenciais

Qual seriam os critérios que usaram para se definir o que são serviços essenciais (e os que não são), nessa pandemia ? Os que causam aglomerações ? Qual não causa ? Aqueles que o povão pode ou não pode ficar sem eles? Ou aqueles que os governos não podem ficar sem eles? Escolas, do jeito que a educação é relegada aos últimos planos nesse país, com certeza não são serviços essenciais. O lazer do futebol , de shows artísticos e de músicas, esse o povo também pode viver muito bem sem eles. Lotéricas são serviços essenciais? Esses, claro que são, pois como o governo vai ficar sem as suas arrecadações não é mesmo? Postos de combustíveis, seriam? . Farmácias são essenciais? Mas existem os hospitais? Se formos analisar certinho mesmo, somente as lojas que vendem alimentos (mercados) são de fato serviços essenciais.

Swami Veronesi (músico) Santo Antonio da Platina

MEMÓRIA

29 de julho de 2015

Investigações da Lava Jato chegam ao setor energético

Curitiba – Depois de verificar irregularidades em contratos e desvios de recursos públicos em obras da Petrobras e em contratos de publicidade fechados com a Caixa Econômica Federal ( CEF) e Ministério da Saúde (MS), as investigações da Lava Jato avançam agora para o setor energético. A 16ª fase da operação, deflagrada ontem, apontou indícios de pagamento de propina feitos pelas empreiteiras Andrade Gutierrez e Engevix para o presidente licenciado da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás, Othon Luiz Pinheiro da Silva, entre os anos de 2009 e 2014. O diretor estava no cargo desde 2005 e se afastou em abril deste ano depois que surgiram os primeiros indícios de que a subsidiária estaria envolvida no esquema de corrupção.

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