Enquanto isso, as viagens de negócios uma importante fonte de receita para essa indústria continuam ladeira abaixo, em queda de 4,3% este ano, e não devem recuperar os níveis de 2001 antes de 2004. O pior, dizem especialistas, é que, por causa da recessão e dos ataques, os empresários americanos estão cada vez mais procurando ofertas na internet e promoções, em vez de pagarem tarifas cheias como sempre fizeram, e a tendência não deve se reverter com o fim da crise.
A situação das companhias aéreas é a mais pavorosa entre as empresas do setor de viagens. A US Airways pediu concordata em agosto e analistas dizem que a United Airlines, que já estava com problemas antes do 11 de setembro, está prestes a fazer o mesmo. A receita das companhias aéreas por passageiro por milha, a medida padrão do setor, está 7,3% abaixo do nível de agosto de 2001, enquanto os custos subiram.

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