VAMOS TENTAR?
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sexta-feira, 03 de maio de 2019
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Com relação aos movimentos de paralisação deflagrados por várias categorias de servidores públicos, penso o seguinte: todo e qualquer empreendedor ou empresário, rural ou urbano, utiliza-se da eficiência, da produtividade e da tecnologia para manter-se no mercado enfrentando concorrência que hoje em dia chega de todo o mundo. Os servidores públicos brasileiros, municipal, estadual e federal, receberam a notícia de que os gastos com pessoal está congelado e todos entraram em pânico absoluto e a única solução é a greve em protesto. Aprendi nos anos primários da escola que se diminuir o divisor de uma conta o resultado é sempre maior que o anterior. Quem disse que eles não podem ter aumento em seus salários com a redução de pessoal?
Com o aumento de produtividade e eficiência? Os recursos serão os mesmos mas o número de colaboradores será menor, logo, por puro silogismo, os salários poderão ser elevados desde que a soma de todos eles não ultrapasse o teto. A dúvida que perdura é se as lideranças sindicais conseguem formatar e propor algo neste sentido junto a seus associados e também aos diversos órgãos empregadores, produzir igual ou mais, com menos pessoas, melhores salários mas com o mesmo custo atual. Vamos tentar?
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE, aposentado (Londrina)
LÍDERES SEM LIDERANÇA
Existe uma grande farsa no País. Fatos lamentáveis ocorrem. Culpa dos pseudos "líderes" sem liderança.. Fingem administrar as custas de conchavos politicagem, corporativismo, não compromissos. Atrapalham os brasileiros. Fim da reeleição seria a solução. Acabaria com a profissão de políticos, ganho fácil, empreguismo. Sobra o ônus para os contribuintes, taxas absurdas, escorchantes impostos para mantê-los nos cargos.
O povo tem força? Sim, sabendo usá-la com atitude, mobilização. Caso contrário será nula, continuando o desgoverno.
Vamos pensar, discutir Londrina? Não podemos incorrer no erro que cometemos ao elegermos quem aumenta abusivamente o IPTU na péssima administração que temos.
Podemos e devemos mudar esse estado de coisas. Basta não reelegê-los. Chega de brigas, confusão, descaso com a cidade. Depende de nós, do nosso voto. Pensem nisso!
MOISÉS DOS SANTOS, comerciante (Londrina)


