Embora os primeiros testes das vacinas contra o novo coronavírus apontem para resultados bastante animadores, o chefe do programa de emergências da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mike Ryan, pediu realismo à sociedade sobre os prazos para que o medicamento imunizador comece a ser aplicado.

Em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (22), Ryan afirmou que o medicamento não ficará pronto antes do início de 2021.

Nesta quarta-feira, o mundo atingiu a marca de 15 milhões de casos diagnosticados do novo coronavírus. Algumas iniciativas de produção de vacinas contra o vírus que parou o mundo em 2020 se encontram na fase final de testes com relato de progressos, felizmente.

No Paraná, é bastante positiva a proposta do governo estadual de destinar R$100 milhões do orçamento de 2021 para compra de vacinas e imunização da população contra a Covid-19.

A matéria já está nas mãos dos membros da Comissão de Orçamento da AL (Assembleia Legislativa) e será analisada em forma de emenda ao projeto de lei 248/2020, que trata da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Independente dos países e laboratórios que chegarão na frente na produção da vacina, é importante que o Paraná tenha previsão de compra em seu orçamento para o ano que vem.

É uma segurança, apesar de o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, ter afirmado esta semana que o Brasil está conversando com três laboratórios para uma possível compra da vacina e negociando prioridade.

Enquanto ela não vem, é preciso continuar freando a propagação do vírus da maneira mais segura que conhecemos, mantendo o isolamento domiciliar, guardando distância de outras pessoas quando precisar sair de casa, utilizando máscaras de proteção e higienizando bem as mãos.

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