Costumo sempre dizer que as pessoas têm o mau hábito de não valorizar onde vivem. Pois bem, nascido em Londrina e criado em Rolândia, por conta do trabalho, acabei vindo morar em Ponta Grossa, também no Paraná.
  Mudaria várias coisas em Ponta Grossa, desde a colocação de cestos de lixo e semáforos para pedestres no centro da cidade. Outro fator que me chama bastante a atenção: a ausência de UTI infantil na cidade.
  Isso mesmo! Não há Unidade de Terapia Intensiva para crianças, tampouco UTI neonatal, em Ponta Grossa.
  Reformam-se hospitais, colocam-se placas com despesas de milhões que teriam sido ‘‘investidos’’ nesses hospitais, e, numa cidade com mais de 200 mil eleitores, se uma criança precisar de UTI, recurso utilizado para emergências e casos graves, a criança terá que batalhar por um leito desses, no mínimo, a 80 quilômetros de distância, na cidade de Campo Largo. Pasmem.

mockup