Usurpação da soberania brasileira
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quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Opinião do Leitor 
Usurpação da soberania brasileira
Diante das discussões sobre queimadas na região amazônica, independentemente de como começou, se alastrou e destruiu, o mais grave é o posicionamento do presidente da França Emmanuel Macron, que disse que a “Amazônia é nosso bem comum”. Uma frase comum, mas com significado prepotente e inadequado nos dias atuais, pois a época de colonização faz parte do passado. Macron precisa entender algo claro e cristalino: a França é dos franceses e o Brasil é dos brasileiros, e isso inclui a Amazônia brasileira, questão de soberania nacional. A sociedade está estupefata. Nós, brasileiros, tivemos a Constituição usurpada e rasgada, nosso sentimento patriótico ferido, pois estão querendo questionar nossa soberania sobre o território amazônico, tendo a petulância de dizer que se nada for feito, vão intervir. Intervenham à vontade em seus países e colônias. Aqui, não. Estranho é ver esse acontecimento e ver o presidente solitário contra todos. E para completar a desordem, resolveram doar R$ 90 milhões, mas querem novamente ditar regras de como usar o recurso, querem impor. Resumindo, isso não é doação, é coação, é humilhação.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) – Itambaracá
Muro branco
O extenso muro branco do Cemitério São Pedro, após a reforma, é um alento. Um descanso para os olhos enfastiados de praças com bancos multicoloridos e paredões pintados “artisticamente”. A revitalização de espaços públicos não deveria ser resumida à ação única de sair colorindo a cidade. Anula tempos e significados. Mais reflexão. Menos tinta, menos cor. Mais projetos, por favor.
HUMBERTO YAMAKI (arquiteto e coordenador do Laboratório de Paisagem da UEL) - Londrina


