Uso da pílula tem forte adesão mas ainda divide especialistas
Nos anos 60, quando a pílula chegou ao mercado, a maioria das mulheres aderiu ao anticoncepcional mais popular de todos os tempos, desencadeando uma verdadeira revolução sexual. Hoje quase 100 milhões de mulheres no mundo usam algum tipo de pílula - monofásica, bifásica, trifásica, pílula do dia seguinte, pílula contínua e até pílula vaginal. A pílula é uma das drogas mais testadas dos últimos 40 anos e agora ganhou também os homens, que já podem tomar a pílula masculina.
Antes dos anticoncepcionais orais, o contraceptivos disponíveis eram poucos - o diafragma, lançado em 1870 e o Dispositivo Intra Uterino (DIU), em 1950, além da camisinha e da tabelinha. A pílula foi desenvolvida pelo endoncrinologista americano Gregory Pincus. Chegou às farmácias brasileiras em 1962. Desde então, é o anticoncepcional mais usado pelas mulheres do país.
A pílula é um hormônio sintético que ''engana'' o organismo, sugerindo que a mulher está grávida. Assim, ela pára de ovular. Médicos e especialistas se dividem quanto ao seu uso. Entre os benefícios estariam proteção contra câncer de útero e ovário, redução de cólica e tensão pré menstrual. Na lista das desvantagens estão náusea, ganho de peso, alterações de humor, manchas na pele, dores de cabeça, aumento da pressão sanguínea.





