Universidades federais

O Ministério da Educação neste governo só produziu confusão, justamente na área que menos avança no País. Agora, o ministro Abraham Weintraub apresenta, sem detalhamento adequado, um “plano para o futuro” ou “Future-se”, para as 68 universidades federais. O plano passa por maior autonomia financeira, mais recursos para as que apresentam inovação, mas penaliza as de baixa produtividade. E também estima arrecadar, com a venda de imóveis do governo e com patrocínio da iniciativa privada, algo como R$ 100 bilhões, a fim de estimular a pesquisa. No papel. tudo bonito. Será que Weintraub fez um debate necessário com os reitores, especialistas na área, para materializar com esse projeto? Se o ministro afirma que tem adesão de apenas 17 das 68 universidades federais, é porque não debateu ou esclareceu como deveria. E não adianta ficar culpando as outras 51 universidades por estarem aparelhadas com reitores ligados ao PCdoB, PSOL e PT. Weintraub, assim como seu chefe Jair Bolsonaro, precisa aprender a ouvir para avançar.

PAULO PANOSSIAN (jornalista) – São Carlos-SP

Relógios biométricos

Necessário que a Prefeitura de Curitiba, implante pontos de relógios biométricos nas dependências da Rua da Cidadania - Regional da Prefeitura no bairro Tatuquara. As instalações de várias repartições públicas estão localizadas na rua Olivardo Konoroski Bueno, e diferentemente de outras regionais e repartições de outros bairros, aquela regional não conta com esses mecanismos de controle de entrada/frequência de funcionários, principalmente, no que se refere a agentes comissionados. Percebe-se que, por volta das 15h30 a 16h de sexta-feira, funcionários deixam os locais de serviço, ou seja bem antes do término do horário de trabalho, e vão embora, muitas vezes deixando afazeres e sem atender cidadãos que lá vão para requerer informações e solicitações diversas.

CÉLIO BORBA (aposentado) - Curitiba

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