Um teatro para Londrina
O artigo 22 da Declaração Universal dos Direitos Humanos preza que''toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança nacional, a satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais, indispensáveis à sua dignidade, e ao livre desenvolvimento da sua personalidade''.
Já, o artigo 27, estabelece que ''toda pessoa tem direito a tomar parte na vida cultural da comunidade e a gozar das artes''. O tema é muito abrangente e passa pela formação artística - escolar, profissional, conservação de patrimônio, como monumentos antigos, arquivos, teatro, cinema, e desemboca na educação popular.
Num país de desigualdades gritantes, onde a maioria está excluída das mínimas garantias constitucionais, onde a educação é de faz-de-conta, fica difícil exigir do poder público uma ação voltada às atividades culturais. Londrina, por exemplo, não tem um teatro à altura dos seus 500 mil habitantes.
A torcida é para que o projeto do moderno teatro, ali no Marco Zero, vire realidade. E que os nossos eventos, reconhecidos internacionalmente, recebam dos governantes a devida atenção e, principalmente, recursos.





