Turismo em Londrina
Com relação à matéria que aponta que "Londrina fica na segunda divisão" das cidades paranaenses com potencial turístico (Portal Bonde), achei até que ficou acima do que realmente merece. Para mostrar por que, cito uma visita minha e de minha esposa ao Jardim Botânico, domingo passado, próximo das 18 horas. A falta de locais públicos em Londrina para que se passe uma tarde agradável com a família faz com que as pistas que levam ao Jardim Botânico fiquem lotadas, com jovens conversando ao lado dos carros, famílias com cadeiras e até com mesinhas para ficarem mais à vontade. Isso acontece nas pistas de chegada ao parque, e não dentro dele, que já foi inaugurado um milhão de vezes e ainda não tem uma infraestrutura adequada. Aliás, é bem acanhada. Agrava ainda mais a situação o fato desse ponto turístico não ser exceção, mas regra. E quando digo locais adequados, digo limpos, com segurança, atrações, pipocas, sorvetes, churros... Ganharia todo mundo, a população, os ambulantes e até o gestor público que se preocupasse com isso, pois em tanto tempo de Londrina a última vez que ouvi falar de um novo ponto turístico na cidade foi a conversa do Beto Carreiro montar um parque na cidade. Foi tão verdadeira quanto a construção do viaduto da Higienópolis com a JK. Pobre sina de uma cidade com mais de meio milhão de pessoas, jovem, mas que em matéria de turismo, briga com outras cidades bem mais modestas em tudo: orçamento, população, representatividade, etc. Que minha insatisfação não desestimule o leitor a sair de casa e buscar lugares bonitos na cidade, pois temos sim, o que falta é um pouco mais de zelo do poder público. E para quem ainda não viu, o pôr-do-sol no Jardim Botânico é muito bonito, vale a pena. Mesmo que seja lá de fora.
MARCOS ROBERTO MARQUES (professor universitário) – Londrina

Escolha para a vida
Aos 17 anos, a grande maioria dos jovens procura uma faculdade para dar início à sua carreira profissional. Para isso, o vestibular serve como porta de entrada e sua preparação exige grande dedicação e foco. Não importa qual a escolha do curso, é preciso um objetivo e o esforço para alcançá-lo. Com todas as oportunidades que temos, graças à tecnologia, as opções de carreira e o mercado de trabalho estão cada vez mais amplos, o que facilita a realização dos sonhos. Quando a pressão sobre o vestibular começa, é comum os estudantes ansiarem sobre qual a melhor escolha de curso, se dará dinheiro ou se é aquilo que ele realmente gosta. Essa decisão não deve ser tomada visando apenas a boa remuneração, pois isso é uma consequência do próprio esforço. Não foi o dinheiro que estimulou Beethoven a continuar compondo mesmo depois de perder a audição. Tampouco foi esse o motivo de Marie Curie, vencedora de dois prêmios Nobel em Química e Física, dedicar toda a sua vida aos estudos. Eles tinham um objetivo e, por irem atrás dele com verdadeira paixão, imortalizaram-se na história. A grandeza e o sucesso podem ser alcançados por todos, talvez exigindo mais de uns do que de outros, basta traçar uma meta e empenhar-se nela. Para ter tais resultados, é preciso se preparar e potencializar os estudos. Revisar a matéria diariamente já é um bom começo. Por fim, tudo o que é feito em vida faz parte do seu legado no mundo, alcançando níveis inimagináveis. Quem tem uma causa, um objetivo por qual lutar, terá mais chances de se destacar naquilo que escolheu. Com garra e perseverança, sem deixar de lado seus valores e princípios, é que se conquista.
LORENA FERNANDES (estudante) – Londrina

Perícias médicas dos servidores
O governador Beto Richa está anunciando investimentos na modernização das perícias médicas dos servidores, o que não deixa de ser uma boa medida. É necessário também capacitar os peritos para que questionem determinadas situações de afastamento do trabalho. Hoje se o servidor entrar pelado e pintado de verde-limão no consultório, nem sempre é percebido, quanto mais periciado.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé

Violência contra as mulheres
Acho um absurdo ainda existir violência contra as mulheres. Em muitos casos, elas sofrem violência na sua própria casa. A vergonha e a falta de informação contribuem para que as mulheres que sofrem violência não denunciem seus agressores, principalmente, quando se trata de pessoas muito próximas, como marido, companheiro, filhos ou namorado. Isso precisa acabar, pois as mulheres têm que se informar mais e, se sofrer algum tipo de violência, não pode ter vergonha: deve ligar no 190, porque a lei está do seu lado.
MARICLEIA DEMENEK (estudante) – Jardim Alegre

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