Triste realidade
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 29 de junho de 2020
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A OAB não representa mais os advogados.
A CNBB não representa mais os católicos.
A ONU não representa mais a paz mundial.
O STF não representa mais a justiça.
O Legislativo não representa mais os interesses do povo.
As instituições se tornaram militância.
Pois é, este texto foi repassado a semana passada por toda internet e WhatsApp, e a realidade é a seguinte, como dizia o pensador e ex- presidente dos EUA Abraham Lincoln: “ Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo”.
Depois que inventaram a internet até os mais simples dos seres humanos têm acesso a realidade, a mais pura verdade, nua e crua. A máxima do insigne Abraham Lincoln mesmo 160 anos após é tão atual como a mais moderna tecnologia do planeta, internet e WhatsApp.
Parte substancial, na atualidade, dos políticos, jornalistas, judiciário e afins, quando almejam induzir a sociedade a pensamentos equivocados, as informações são agora desmentidas praticamente em tempo real.
Quanto as fake news, causam infinitamente menos danos do que as inverdades conspiratórias construídas contra os interesses sociais, morais e educacionais mais puros e desenvolvimentistas da sociedade.
Quando vemos juristas de mentes brilhantes do quilate do professor emérito Ives Granda Martins manifestando-se na internet contra a invasão dos poderes e em defesa da democracia e lemos na internet parecer do jurista e professor emérito René Ariel Dotti apresentado no STF citando monografia, advertindo: “Se os tribunais tivessem em cada caso o poder arbitrário de definir seu próprio critério de julgamento, haveria a institucionalização do abuso, como desrespeito ao princípio cardeal de Justiça”, tem que ser indagado, como pode estas instituições em movimentos uniformes efetuarem enfrentamento a uma sociedade toda contra seus interesses acreditando que podem manipulá-la?
Suas ferocidades são tamanhas que as cegaram e não se deram conta que estão em contagem regressiva, cada uma à sua maneira. Esses militantes não têm a sensibilidade de perceberem que o silêncio dos inocentes, com toda essa tecnologia, é que vai acabar decidindo o lado humano e cristão da questão, na hora oportuna.
Não existe mais lugar para oportunismos da esquerda. O silêncio ensurdecedor do povo é também arrebatador, a história da humanidade nos mostra isso.
A manifestação de pensamento, a livre manifestação, não é somente uma questão constitucional, mas antes de tudo moral, é ilimitado por quem quer que seja. Quem a impede, ou contribui para tanto, com atos e omissões, além da perversidade criminosa, embarca numa aventura sem volta. O efeito reverso e indubitável.
Bruno Pedalino (advogado) Londrina


