Três enigmas e três deveres
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
null 
O ano de 2021 se finda e já completamos dois anos da pandemia de Covid-19 assolando a população mundial. Parentes e muitos amigos nós perdemos nesse período dramático, cujo isolamento social nos impôs muitas reflexões. Nesses pensamentos há sempre três mistérios essenciais que são desafiadores para a humanidade: 1) De onde viemos? 2) Quem somos? 3) Para onde vamos? Para tentar responder esses enigmas a filosofia ensina que: 1) Nossos corpos provém dos elementos que constituem o universo material; nosso espírito, que é a essência da personalidade, vem do grande manancial de toda a existência. 2) Somos criaturas fracas e finitas. Nossa vida não é mais que um ponto entre duas eternidades, um presente sem duração, entre um passado insondável e um futuro sem limites. Sabendo discernir o bem do mal, nós acreditamos na perfectabilidade do homem. 3) Vamos na direção da morte e, de lá, para a eternidade. E quais são os três principais deveres do homem? Agir com retidão, amar o próximo e suportar o infortúnio com coragem. Em 2022 tenhamos retidão na escolha dos nossos futuros governantes, para o bem do nosso país; amemos todas as pessoas que compartilham da nossa caminhada e sejamos corajosos para enfrentar as adversidades de um novo ano que se inicia.
Ricardo Laffranchi (advogado) Londrina
Feliz Natal.
Não gosto de criticar pessoas, mas os seus atos quando não condizem com as ações que deveriam trazer esperança para um país que tem tudo, em todos os sentidos: terras boas, pessoas trabalhadoras, clima favorável, matas, minérios, água em abundância, recursos turísticos e quando vejo a produção a cada ano aumentando e a pobreza sempre na dianteira, fica a pergunta: a classe política ou Deus não está fazendo a parte Dele? Também fica a resposta: Deus entra com o alimento e tudo o mais essencial para todos nós e ainda com sobra, como na multiplicação dos peixes e dos pães, todavia a maioria da classe política interessada em seu egocentrismo pouco importa em agir para o bem comum, falta empatia, o colocar-se no lugar do próximo que passa fome e que está tão longe deles que muitos ficam invisíveis. O pior cego é aquele que só enxerga o que é bom para ele. A todos que infelizmente talvez não tenham a sorte de uma ceia farta e uma noite feliz fica o maior consolo: o maior homem que nasceu neste mundo preferiu ficar do lado de vocês. Por este motivo, FELIZ NATAL!
Manoel José Rodrigues (assistente administrativo) Alvorada do Sul


