Vivemos um tempo extremamente difícil pelas mais diversas causas, pandemia, disputas políticas, etc.

Destaca-se, a falta de educação, o desrespeito, a compaixão que deixou de existir e o bem comum que morreu.

Apareceram, com ares de vitória, a insensibilidade, o desamor, o desdém, a ironia, os palavrões: imbecil, idiota, patife, fascista e tantos outros.

Senti na pele, pois fui alvo de um jornalista quando escrevi pedindo paz.

Já disseram que somos “A Pátria Educadora”, só se for de ensinamentos baixos, rasteiros, que desprezam a vida e que fazem do egoísmo o grande “rei”.

Não somos mais opositores ou adversários, agora somos inimigos e, dependendo do caso, de morte.

O exemplo de nossos governantes, sejam eles quem for, é péssimo, pois, todos os dias, há uma batalha, numa guerra política sem fim.

O povo, bem, esse que se lixe, que se dane, que morra, afinal os políticos só querem, deles, o voto.

Estamos desonrando nossos pais e a palavra de Deus.

"Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor, o teu Deus, te dá." Êxodo 20:12

Precisamos de nossos joelhos dobrados e, sem hipocrisia, pedirmos perdão e sabedoria para que tratemos nossos semelhantes com mais educação, algum respeito e uma pitada de compaixão.

Quando for ofender, lembre-se de Cristo e de um espelho.

Não devemos esquecer que a vingança perpetua o mal (Philip Yancey), transformando nossas vidas num conflito permanente.

Antonio Valeriano Antunes Lopes (auditor aposentado do MPPR) Londrina

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