A Organização Mundial da Saúde deveria ser um órgão altamente qualificado, com o objetivo único de salvar vidas.

No entanto, não passa de um ajuntamento de pessoas que pensa e vive política diuturnamente, ainda que isto custe vidas em todo o planeta.

Seu diretor geral é biólogo (não é médico), com doutorado em Saúde Comunitária, mestrado em Imunologia de Doenças Infecciosas e político, além de subserviente às potencias globais (vem tecendo elogios à China).

Toda desinformação que a OMS proporcionou (declarou a pandemia do coronavírus somente 100 dias após o início do surto), ao longo dessa pandemia, concorreu diretamente para a morte de milhares de pessoas, isto mesmo, muitas vidas poderiam ter sido poupadas.

Hoje, a OMS é motivo de chacota, piada, se havia alguma credibilidade, infelizmente, escorreu pelo ralo.

Pelo que se vê, há um jogo perverso de interesses, e mais, denúncias de corrupção, assédio e racismo, vagueiam pelos corredores, informações deturpadas, atrasadas e falhas proliferam em abundância.

Transformou-se num “puxadinho” da toda poderosa China e de outros atores interessados no poder mundial.

A OMS, em suas ajudas humanitárias, remete dinheiro à Síria, no entanto, este dinheiro fica com o governo ditatorial daquele país que, possivelmente, compra armas.

Aliás, chegou a gastar mais em viagens (200 milhões de dólares/ano), do que no combate a aids, tuberculose e malária, juntas.

A OMS precisa, urgentemente, passar por uma “faxina” geral, afinal os “erros” foram bem “parciais”.

Morar na Suíça com ótimo salário e agir como age parece disfuncional e tendencioso, até porque não se percebe o menor comprometimento com a causa por parte do Sr. Tedros Adhanom, diretor geral da OMS.

Denúncias, muito dinheiro, politicagem, subserviência e falta de capacitação, eis a OMS.

Simples assim!!!

Antonio Valeriano Antunes Lopes (auditor aposentado do MP-PR) Londrina

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