Tivemos muito tempo para investir nos jovens. Não investimos, esses jovens fugiram dos colégios e o resultado está aí: a escola não apresenta mais atrativo algum. Posteriormente, inventaram os Centros de Estudos Supletivos. Diante da qualidade do ensino, surtiria mais efeito entregar um diploma na casa do jovem.
Quando este aluno formado via supletivo vai prestar vestibular, a salvação acaba sendo as instituições particulares. Diante do pouco preparo, ele não consegue bons resultados nos concorridos processos seletivos das universidades públicas.
Para mudar esse quadro e tirar os jovens das lan houses e demais ''programas'' considerados mais interessantes do que a sala de aula, sugiro uma mudança calcada na cultura e no conhecimento, respeitando as diferenças.
Não podemos querer que um aluno seja igual ao outro e, principalmente, manter esse ''padraozão''. O bom se perde na ''montoeira'' e aquele tido como ruim não recebe a atenção que merece.

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