Campinas - Pelo menos três homens armados com fuzis e submetralhadoras mataram o soldado Simão Pedro Ribeiro de Queiroz, 44, quarta-feira à noite, em frente a uma base comunitária da Polícia Militar, no Jardim Novo Campos Elíseos, em Campinas. A PM encontrou ao lado do corpo uma bolsa com uma faixa, que trazia as inscrições ''PCC 1533'' - alusão à facção criminosa Primeiro Comando da Capital.
Segundo o diretor do Deinter 2 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior São Paulo), Laerte Goffi Macedo, o crime pode ter relação com o atentado cometido contra uma companhia da PM na zona leste de São Paulo, na mesma noite. ''O atentado em Campinas foi inusitado e merece toda a atenção da polícia. Temos de esclarecer o caso, pois não podemos deixar que seja lançado um clima de terrorismo à sociedade'', disse o diretor do Deinter 2.
Segundo a polícia, Queiroz foi morto com dois tiros de fuzil 762, de uso exclusivo das Forças Armadas. O crime aconteceu por volta das 22h30, minutos depois de um carro da PM deixar a base, com dois soldados.

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