Sobre o texto "A liberdade para segurar o chicote"
Cita uma deputada catarinense, Machado de Assis, Brás Cubas e o personagem Prudêncio
PUBLICAÇÃO
sábado, 24 de outubro de 2026
Cita uma deputada catarinense, Machado de Assis, Brás Cubas e o personagem Prudêncio
O texto publicado na edição de 22 de outubro do nosso jornal, Folha de Londrina, sob o título: “A liberdade para segurar o chicote”, é necessário e faz uma análise muito pertinente da realidade que estamos vivenciando nesse momento de escolha do futuro que queremos. Cita uma deputada catarinense, Machado de Assis, Brás Cubas e o personagem Prudêncio, me lembrando muito a mecânica de perpetuação do trote (uma prática de humilhação e submissão) no meio universitário.
Apesar da humilhação e da submissão a que é submetido, o desejo e a pretensão do calouro não é se livrar do trote, mas é ele mesmo poder aplicá-lo. E me lembra também uma passagem de Gandhi, quando entrevistado por um jornalista inglês, respondeu à pergunta, se tudo aquilo que ele estava fazendo era para libertar o seu povo da dominação inglesa, e ele disse que não, que tudo aquilo era para libertar o povo inglês da necessidade de dominá-los.
É um texto excepcional e explica muito claramente o comportamento, não somente do brasileiro, mas do indivíduo de um modo geral. Agradeço ao autor, João Luiz Esteves, e à Folha pela oportunidade de lê-lo.
Obrigado.
Luís Abumussi (médico) Londrina
O Brasil
Nos deparamos com a disputa política mais acirrada em tempos recentes. Debates, desconstruções, acusações, brigas. Todos as esferas políticas, judiciárias, econômicas, participando ativamente.
Os eleitores, nem tanto, principalmente por não acreditarem em promessas milagrosas e tantos mandos e desmandos. Retóricas, as mais variadas. Cada um puxando a sardinha para o seu lado.
Mas, e o Brasil?
Nossa economia, nossos avanços tecnológicos, a boa gestão do estado, os direitos humanos, a melhoria de renda através do crescimento sustentável, e não por benesses do governo que só mascaram a situação, se tornando um paliativo definitivo. E o pior, os políticos ficam a mercê dessas promessas, que evidentemente são necessárias, mas para quem realmente precisa ou impossibilitado, com dificuldades para sobrevivência. Quem fala em reestruturar ou realizar uma análise mais justa, perde a eleição.
O Brasil precisa se modernizar e buscar caminhos seguros e confiáveis para a melhoria de vida de todos os seus cidadãos.
Ao contrário, ficaremos reféns dessa parafernália, de um querendo derrubar o outro, numa disputa frenética, parecendo mais um jogo, do que o futuro de nosso país.
Jose Cezar Vidotti (economista) Londrina
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