Sentença de racismo
PUBLICAÇÃO
sábado, 15 de agosto de 2020
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Em pleno século XXI, onde se combate a todo custo ao racismo, homofobia etc., uma juíza da comarca de Curitiba, em sua sentença, cita que “sobre a conduta social do réu nada se sabe....integrante de grupo criminoso em razão de sua raça” (cor). Isso é o fim dos tempos. Até no Judiciário? Onde vamos parar? E isso irá ficar assim? Quais as penalidades para essa magistrada? Ou ela sendo juíza tudo pode? Que absurdo, que vergonha para nosso Estado.
Antônio Carlos Pescador (autônomo) Londrina
Tammy Miranda
Pela postura radical da mudança de aparência e não aceitação de sua própria identidade biológica feminina, é possível fazer a leitura de uma pessoa frustrada familiarmente de Thammy Miranda. Aparentemente sua revolta é tão grande quanto seu desejo de ter uma família saudável, e criar uma fora dos padrões normais é seu jeito de expor isso. Pois, mesmo distorcendo uma família tradicional ela tenta construir a sua seguindo o modelo de uma, tentando se fazer pai e colocando uma mãe, mesmo não sendo. No fundo, creio que ela grita por dentro: eu sempre precisei da minha mãe e meu pai por perto, eu sempre quis ter uma família tradicional. Mas sua mãe é referência de fracasso matrimonial para ela e isso pode ser o motivo de não querer seguir o exemplo. Pais que não se respeitam, pais que abandonam a família, pais que não são o suporte emocional para o filhos quando eles precisam geram filhos problemáticos distorcendo a verdade e realidade que homem é homem e mulher é mulher. E isso não é possível mudar.
Ana Paula Souza (fotógrafa) Londrina
MEMÓRIA
15 de agosto de 2018
Mulher confessa ter abandonado bebê no Terminal Urbano
Após 11 dias de investigação, o Nucria (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente) de Londrina, localizou a mulher que teria abandonado a filha recém-nascida na lixeira do banheiro do Terminal Urbano Central, na sexta-feira (3). Em depoimento, a jovem que possui entre 18 e 25 anos, confessou o abandono, revelando ter sido vítima de estupro e justificando o abandono por acreditar que a criança estava morta. Chamada de Sara, pela equipe de médicos e enfermeiros da Maternidade Municipal Lucilla Ballalai, a bebê passa bem e segue internada apenas para ganhar peso.


