Como costuma dizer o publicitário Washington Olivetto, da W-Brasil, em suas inúmeras palestras pelo Brasil, ''o ideal, em termos de carreira, é que se faça algo tão prazeroso para nós mesmos, que acabemos nos perguntando: como é que ainda nos pagam por isso?'' Dinheiro, sucesso, reconhecimento social são alvos prioritários quando se inicia uma carreira profissional. Muitos chegam lá, passo a passo, seguindo o tradicional caminho da formação acadêmica.
Outros, não. São pessoas, em geral, que não contaram com a oportunidade de ingressar numa universidade no momento adequado ou, mais raramente, que não tiveram interesse por esse tipo de formação. Nem por isso são menos cultas, criativas ou mal informadas. Tiveram de se virar sozinhas e, como auto-didatas, aprender que competência tem por base o conhecimento, mesmo que seja aquele adquirido pela observação e pela prática.
Como os protagonistas das histórias contadas ao lado e abaixo, essas pessoas se espelham, muitos séculos depois, na sempre atual reflexão do filósofo grego da Antiguidade, Aristóteles: ''O que sabemos fazer, aprendemos fazendo''.

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