Segurança ou degradação?
PUBLICAÇÃO
sábado, 06 de agosto de 2011
Redação FolhaWeb 
O desastre da usina nuclear de Fukushima, na esteira do terremoto e do tsunami que arrasou a costa nordeste do Japão em 11 de março deste ano, colocou em xeque uma história longa, recheada de altos e baixos, que a nação mantém com a preservação do meio ambiente.
Após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, o Japão foi um dos países que mais se industrializou, mas também foi líder no ranking da degradação ambiental. A partir de meados da década de 1960, preocupado em correr atrás do prejuízo, o país criou legislações rígidas de controle ambiental. O resultado foi um dos casos mais eficientes da história da recuperação de ecossistemas e áreas degradadas.
Segundo o diretor da Hyogo Environmental Advanced Association (HEAA), Jiro Eiho, o eixo principal da política ambiental japonesa passou a focar as medidas de combate ao processo de aquecimento global e de mudanças climáticas.
Junto com a Japan International Cooperation Agency (JICA), a HEAA presta apoio ao Projeto de Monitoramento da Qualidade de Água do Ribeirão Cafezal, em Londrina, encabeçado pelo Instituto Ecometrópole, UTFPR, Sanepar e Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema).
Em entrevista a FOLHA, Jiro Eiho abordou o histórico ambiental do Japão e o dilema que o país enfrenta atualmente: manter a energia nuclear e reduzir a emissão de CO2 ou reduzir o programa nuclear e voltar a emitir mais CO2. Leia a entrevista na íntegra.


