Secretaria do Idoso
Cartas publicadas em 14 de fevereiro de 2025
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
Cartas publicadas em 14 de fevereiro de 2025
CARTAS 
Secretaria do Idoso
Pedido à Secretaria do Idoso, que espero seja mantida nesta cidade. Somos mais de 100 mil cidadãos acima de 60 anos.
Olhem por nossas calçadas. Cobrem a Secretaria de Obras, cobrem o CREA, cobrem as construtoras de nossa cidade, cobrem todos os responsáveis. Não é possível o desleixo na construção de calçadas em todas as regiões da cidade sem nenhuma observação às normas. Sofrem os idosos, mas também sofrem as grávidas, os deficientes, os obesos e tantos outros.
Acho que esse problema demanda um bom tempo dessa secretaria tão importante.
Prefeito, temos direitos, nos respeite!
Domingos Sávio Pereira (aposentado)
Exemplo de Democracia
Parabéns aos leitores da Folha de Londrina que enviam suas mensagens para a edição desse importante meio de comunicação de nossa cidade.
Vejo em suas opiniões o interesse em participar da vida de nosso município e região. E sempre buscando oferecer opiniões, críticas, melhorias, etc que muito são importantes no processo democrático.
Muito se fala em democracia e as dificuldades em implementa-la, principalmente nos dias atuais, devido a multiplicação dos meios de comunicação.
Independente de ideologias, crenças, religiões, todos precisam ser ouvidos.
Só assim estaremos buscando um mundo melhor, sem deixar ninguém para trás.
Um exemplo que deveria ser seguido, mais intensamente pelos políticos e até outras instituições públicas e privadas.
Parabéns a Folha de Londrina por nos oferecer esse espaço e claro, sempre buscando editar de uma forma responsável, justa, coerente. Para que todos os leitores possam desfrutar desse espaço.
José Cezar Vidotti (economista)
Não leiam Mário Bortolotto
Ao ler a entrevista, na Folha de Londrina de 1º de fevereiro de 2025, que o jornalista Marcos Losnak fez com o escritor londrinense Mário Bortolotto acerca do lançamento do livro “Nem o céu nem o inferno”, deparamo-nos com um pré-adolescente valentão que deve ter castigado fisicamente muitos dos seus “colegas” de colégio.
Constata-se isso neste trecho do texto: “… entrando em brigas na saída da escola. As brigas eram quase diárias.” E nesta frase do livro: “Os moleques sempre querem sangue.”
Eu, obviamente, fui moleque, e nunca quis sangue. Pelo contrário, fugia diuturnamente de pessoas como esse cidadão, que parece se vangloriar de sua estupidez de macho.
Certamente ele não era provocado quase todos os dias, e sim era o provocador, o causador do “inferno” de muitos jovens incautos. A esse tipo de pessoa, temos de oferecer a não violência, a começar por nossa indiferença, pelo nosso desinteresse por seu livro. Ignorando o valentão é a melhor maneira de o agredir.
Dilson Catarino (professor aposentado)


