Se o PT quiser, concorro em 2010
Desde a greve de 106 dias, em 2006, tem sido muito comum ver o cidadão reclamando de um suposto abandono da cidade, de sua parte, e também de dificuldade de acesso ao prefeito...
Estou presente falando de questões-chave da cidade. Agora, francamente, acho que quem reclama é o jornalista que não me achou porque viu um bueiro entupido. Aí é uma questão que as secretarias respondem. Deixa o prefeito trabalhar, também.
Dos desfiles oficiais de 7 de Setembro, por exemplo, a ausência mais notada em seis dos seus oito anos foi a sua...
É importante o desfile? Sim, mas achei importante também estar com a família. Avaliem o meu governo não por isso, e sim, se administrei adequadamente a máquina.
O senhor acha que se envolveu o suficiente no debate sobre segurança pública calcanhar de aquiles do londrinense?
Muito. Aliás, se consultar pessoas ligadas à segurança, elas vão falar o quanto Londrina participou ativamente nisso, com recursos do Funrebom e por meio de parcerias com o Governo Requião.
Qual o futuro político de Nedson Micheleti já em 2010, por exemplo?
Ajudei a fundar o PT em 1981. Posso até sair candidato em 2010, mas é o partido que vai dizer. Uma coisa é certa: só vou ser candidato se for para cargos majoritários. Não serei candidato a deputado.
De zero a dez, que nota o senhor se dá à sua gestão?
Não vou citar um índice, valor, número ou nota; não vou dar esse simbolismo. Tudo o que eu planejei e tive a condição de fazer, fui lá e fiz.





